Será que há música de mulheres e música de homens? O jornal inglês The Times falou com especialistas em música e psicologia e conclui que sim, e descobriu ainda que o cérebro é muito mais flexível do que pensava há alguns anos.
O artigo publicado neste domingo é conclusivo: há mais mulheres que gostam de nomes como James Blunt, Alanis Morissette, Tori Amos, Cat Stevens ou Janis Joplin e os homens preferem Neil Young, The Smiths, Joy Division ou Led Zeppelin.
Segundo Nicola Dibben, especialista em psicologia da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, uma das respostas para as preferências musicais vai ao encontro do papel da música enquanto definidor da identidade.
"Primeiro ouvimos uma música pela perspectiva do que é aceitável de acordo com as nossas regras, ou pela perspectiva daquilo que o artista representa. Depois, decidimos se queremos nos identificar com ele. Por exemplo, o heavy-metal soa barulhento, estridente e poderoso... Características que se associam à masculinidade."
Para outro especialista, Raymond MacDonald, as noções de feminilidade e masculinidade parecem ser mais pertinentes do que o gênero. Segundo o professor de uma Universidade de Glasgow, Escócia, a teoria de empatia-sistematização define a existência de dois tipos distintos de cérebro -simplificando, um cérebro feminino e outro masculino - que determinam, entre outras coisas, o gosto musical.
"O que acontece é que há mais homens com um cérebro dado à sistematização e mais mulheres com a empatia. É por isso que quando se observa um gênero há resultados muito ambíguos. O cérebro pode ser diferente dentro do mesmo sexo, ou seja, há mulheres que podem gostar de música 'tipicamente' masculina", sublinha MacDonald.
Veja os adorados pelas mulheres e detestados pelos homens, e vice-versa:
Público feminino
James Blunt
Take That
Cat Stevens
Justin Timberlake
Joan Armatrading
Tori Amos
Alanis Morissette
Simply Red
Janis Joplin
Genesis
Público masculino
Neil Young
The Smiths
Autechre
Tortoise
The House Of Love
The Fall
Steely Dan
Joy Division
Ganf Of Four
Led Zeppelin
fonte: limão
O artigo publicado neste domingo é conclusivo: há mais mulheres que gostam de nomes como James Blunt, Alanis Morissette, Tori Amos, Cat Stevens ou Janis Joplin e os homens preferem Neil Young, The Smiths, Joy Division ou Led Zeppelin.
Segundo Nicola Dibben, especialista em psicologia da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, uma das respostas para as preferências musicais vai ao encontro do papel da música enquanto definidor da identidade.
"Primeiro ouvimos uma música pela perspectiva do que é aceitável de acordo com as nossas regras, ou pela perspectiva daquilo que o artista representa. Depois, decidimos se queremos nos identificar com ele. Por exemplo, o heavy-metal soa barulhento, estridente e poderoso... Características que se associam à masculinidade."
Para outro especialista, Raymond MacDonald, as noções de feminilidade e masculinidade parecem ser mais pertinentes do que o gênero. Segundo o professor de uma Universidade de Glasgow, Escócia, a teoria de empatia-sistematização define a existência de dois tipos distintos de cérebro -simplificando, um cérebro feminino e outro masculino - que determinam, entre outras coisas, o gosto musical.
"O que acontece é que há mais homens com um cérebro dado à sistematização e mais mulheres com a empatia. É por isso que quando se observa um gênero há resultados muito ambíguos. O cérebro pode ser diferente dentro do mesmo sexo, ou seja, há mulheres que podem gostar de música 'tipicamente' masculina", sublinha MacDonald.
Veja os adorados pelas mulheres e detestados pelos homens, e vice-versa:
Público feminino
James Blunt
Take That
Cat Stevens
Justin Timberlake
Joan Armatrading
Tori Amos
Alanis Morissette
Simply Red
Janis Joplin
Genesis
Público masculino
Neil Young
The Smiths
Autechre
Tortoise
The House Of Love
The Fall
Steely Dan
Joy Division
Ganf Of Four
Led Zeppelin
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